Adoçantes Naturais – Conheça os Principais tipos. Eles são Saudáveis?

O adoçante é um ótimo aliado para quem quer estar em forma e também um ótimo companheiro para quem tem diabetes e não pode descuidar do açúcar no sangue em nenhum momento. Ocorre que, hoje em dia, com tantas opções no mercado, fica difícil saber qual é saudável ou não. A dica dos especialistas é que se opte por adoçantes naturais, que são extraídos diretamente da natureza e possuem muitas substâncias que fazem bem à saúde.

No entanto, é preciso tomar alguns cuidados, especialmente com relação à composição dos produtos, tudo para não comprar gato por lebre, isto é, adquirir um adoçante artificial achando que é natural, o que pode fazer com que não produza os efeitos esperados por você. Conheça a seguir os cinco tipos principais de adoçantes naturais e saiba se eles são saudáveis.

  1. Sorbitol

Esse adoçante natural é extraído das algas marinhas e das frutas como ameixa e maçã. Seu poder adoçante é de 50% maior do que a sacarose com apenas 2,6 calorias por grama, ao contrário das 4 calorias do açúcar por grama. O sorbitol pode ser colocado em biscoitos, geleias, balas, gomas de mascar, refrigerantes e até panetones.

Porém, esse tipo de adoçante não é muito recomendado para pessoas com diabetes. Além disso, possui uma taxa elevada de laxante se consumido em grandes quantidades. Pode levar também a náuseas, desidratação e desconforto estomacal. Mulheres grávidas ou que estão amamentando seus filhos não devem usar esse adoçante.

Além disso, fique atento na hora de comprar o sorbitol, pois, apesar de ser natural, ele pode ser feito em laboratório, se tornando um adoçante artificial.

  1. Stévia

Retirado de uma planta nativa sul-americana de nome steviarebaudiana, este adoçante natural adoça 200 vezes mais do que o açúcar e pode ser aplicado em alimentos que vão ao fogo. Contendo zero calorias e zero carboidratos, a stévia pode ser usada por diabéticos e não tem efeitos colaterais. Ela pode ser encontrada em gotinhas, tabletes e pacotes dissolúveis.

No entanto, ao buscar pelo adoçante no mercado, veja se o produto escolhido não é uma versão associada a um adoçante artificial como o ciclamato de sódio. Procure a versão que é de fato natural.

  1. Agave

Extraído a partir de uma planta mexicana, o agave adoça muito mais do que o açúcar comum. Uma vantagem é que esse produto tem baixo índice glicêmico, isto é, demora mais para ser absorvido pelo intestino e não causa picos de insulina no sangue. Porém, ele não é recomendado para pacientes diabéticos.

Uma desvantagem desse adoçante é que ele é rico em frutose, um tipo de açúcar que, consumido em excesso, pode levar ao acúmulo de gordura abdominal, ao aumento das triglicérides e do colesterol ruim, além de facilitar a resistência à insulina, que leva justamente ao diabetes.

Outro grave problema desse tipo de adoçante é a forma como ele é comercializado no Brasil. Ao contrário dos mexicanos que o extraem da natureza e o consomem nesta forma, na indústria o agave passa por um processo que destrói todas as propriedades da planta e gera um xarope para ser consumido que pouco lembra o adoçante natural.

  1. Mel

O mel é um dos adoçantes naturais mais conhecidos pelas pessoas. Com 64 calorias em uma colher de sopa, sua composição proporciona diversos elementos saudáveis para o organismo, como antioxidantes, cálcio, fósforo, potássio, zinco e vitaminas do complexo B. Esses nutrientes ajudam a limpar e a fortalecer o sistema imunológico, além de auxiliar no crescimento das bactérias da flora intestinal que ajudam na digestão.

Só que para conseguir todos esses benefícios, é fundamental que se consuma mel puro e não pasteurizado, pois este perde muitos dos nutrientes oferecidos pelo mel natural. Porém, o mel não é muito indicado aos diabéticos.

  1. Açúcar de coco

Este adoçante é obtido a partir da extração da seiva das flores do coco. Em seguida ela é aquecida e passa por um processo de evaporação. Uma colher de sopa do açúcar de coco tem 45 calorias.

Com baixo índice glicêmico, ele é também fonte de antioxidantes, ferro, fósforo, cálcio e zinco. Contudo, não se trata de um adoçante natural saudável aos diabéticos, que deverão fazer uso moderado deste açúcar.


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